TALVEZ SEJA UMA BOA LER AQUI, ANTES DE TAXAR ALGUÉM DE ARROGANTE, METIDO, BURRO, LERDO E OUTRO ATRIBUTOS. Bom domingo!!!
"arrogância
substantivo feminino
1.
ato ou efeito de arrogar(-se), de atribuir a si direito, poder ou privilégio.
2.
p.ext. qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros; orgulho ostensivo, altivez."
A vida vai sempre nos oferecendo meios de informação e de reflexão sobre o que se passa conosco até que todas as possibilidades se esgotem. A cada instante o nosso meio ambiente nos envia essas mensagens que nos fornecem constantemente informações corretas e profundas. Esse primeiro nível de mensagens mandadas pela vida para nos ajudar a compreender quem somos e o que temos de viver se chama “o efeito espelho”. Na verdade, a vida busca apoio em numerosos suportes, a fim de se comunicar conosco e nos guiar, e cabe somente a nós escutá-la. Observando o que se passa ao redor de nós e o que os outros representam no nosso meio biológico, contamos com um campo inesgotável de compreensão a respeito de nós mesmos. É nessa compreensão da vida que se insere esse “efeito espelho”, sobre o qual Carl Gustav Jung dizia: “Percebemos nos outros as outras mil facetas de nós mesmos.”
O que é, pois, esse efeito espelho? Trata-se de um dos conceitos filosóficos mais difíceis de aceitar durante a minha busca pessoal.
Na verdade, significa que tudo aquilo que vemos nos outros é apenas um reflexo de nós mesmos. Quando algo nos agrada em alguém, geralmente se trata de uma parte de nós mesmos na qual não ousamos acreditar ou que
não ousamos exprimir. Até então, o princípio é aceitável. Vamos mais longe. Quando não suportamos algo no outro, isso quer dizer que se trata de uma polaridade que também nos pertence, mas que não suportamos.
Recusamo-nos a vê-la, a aceitá-la, e não podemos tolerá-la no outro porque ela nos remete a nós mesmos. É isso que se toma muito mais difícil de admitir. Reflitamos, no entanto, sinceramente a esse respeito. Qual é a
única parte do nosso corpo que jamais poderemos ver com nossos próprios olhos, mesmo sendo o melhor contorcionista do mundo? Trata-se do nosso rosto! Ora, o que representa esse rosto, para que serve? Representa nossa identidade e, aliás, é a sua foto que está colocada nas cédulas ditas de identidade. A única maneira que encontramos para ver o nosso rosto seria olhá-lo no espelho. Vemos, então, o nosso reflexo, a imagem que ele nos
devolve.
Há dias esta questão me assola a cabeça. Afinal, o que é ser um profissional de área de nutrição? Alguém que prescreve dietas? Alguém que cria cardápios e calcula calorias? Um criador de rotulagens? Um responsável técnico de restaurantes ou casas de repouso? Alguém que desenvolve atividades de educação nutricional em escolas, consultórios ou grupos de emagrecimento? Um profissional que ministra treinamentos? Um professor que dá suas aulas e forma futuras gerações de nutricionistas?
Somos muito mais que isto, gente! Somos agentes de mudança! Somos profissionais multifuncionais, podemos atuar em muitas áreas e em cada uma delas fazer a diferença. Devemos encarar isto como missão, porque é uma das nossas, tentar mudar e implantar culturas.
Podemos sim, unir equipes, estimulá-las e deixar claro o ganho em fazer o que é correto. E mostrar que dá para ser feliz! Sei que parece floreio e utópico o que escrevo, mas pode ser feito. É trabalho de formiga, mas dá certo. E quando não dá certo, você já se perguntou o porque não deu certo?? Será que fui clara com o público, será que usei a metodologia correta, será que não era só um pouquinho de atenção que queriam??
Não acho que sozinhas mudaremos o mundo, mas se esta ideia for aderida pelos profissionais da área e tentativas, e novas tentativa, e talvez de novo, forem realizadas, tenho certeza que muito pode ser construído. Somos muitas e muitos num mercado carente de oportunidades e conhecimento, num Brasil que precisa de mais orientação.
Creio muito nisto, então plantemos sementes! Olhemos com novos olhos! Arrisquem. Tentem. Arregacem a manga e tenham a coragem de tentar!
Aprenda a identificar algumas armadilhas nos alimentos industrializados e faça escolhas benéficas à saúde
Eleger opções saudáveis entre os alimentos processados e industrializados nunca foi uma tarefa fácil. Nos últimos anos, entretanto, a escolha está ficando ainda mais complexa.
Atendendo a uma demanda crescente dos consumidores por uma alimentação mais saudável e equilibrada, a indústria alimentícia tem tentado se adaptar e está promovendo mudanças nos produtos. Nunca as prateleiras dos supermercados abrigaram tantas opções com 0% de colesterol, livres de gordura trans, com teor reduzido de sódio e ricas em fibras.
Mas como saber se o que o fabricante alardeia traz mesmo benefícios com o consumo regular? Existe uma maneira de garimpar opções mais saudáveis entre os alimentos processados e industrializados?
O mais importante é sempre tentar entender o que está sendo comprado, sem se deixar levar apenas pelo que está em evidência na embalagem. Em alguns casos, porém, o consumidor pode ser confundido pela publicidade.
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Queijo branco: dependendo da fabricação, pode ter altos teores e gordura saturada, calorias e sal
“A alegação de 0% de colesterol era muito utilizada em óleos vegetais para mostrar os benefícios em relação à manteiga, por exemplo, mas todo produto de origem vegetal (soja, canola, girassol etc) não contém colesterol, essa é uma característica natural do óleo vegetal. Agora, temos visto o 0% de colesterol acompanhado da frase ‘como todo produto de origem vegetal’, para não soar como um benefício ao consumidor”, explicam as nutricionistas Samantha Peixoto e Carolina Silva, do blog Fechando o Zíper.
Fera em desvendar rótulos de alimentos industrializados e pesquisar alternativas melhores entre produtos semelhantes disponíveis para o consumidor nos mercados, a dupla nos ajudou a esclarecer alguns pontos do rótulo, para enfrentar as prateleiras lotadas de embalagens chamativas com maior conhecimento de causa – ainda que sem radicalismos.
“É importante ter conhecimento de que nenhum alimento é vilão por si só. O problema é o desequilíbrio na alimentação ao longo do tempo. Por isso, devemos priorizar os alimentos mais naturais e deixar os mais ‘artificiais’ para consumo ocasional e em quantidades moderadas” defende Samantha. Aprenda a seguir a não se deixar enganar pelo rótulo ou pela aparência dos produtos:
0% de gordura trans. Será mesmo?
A Anvisa obriga a declarar na tabela nutricional a quantidade dessa gordura que é prejudicial ao coração, mas considera não significativa uma quantia menor ou igual a 0,2g por porção. Isso quer dizer que o fabricante pode declarar "zero" ou "não contém" na tabela nutricional de um produto que contém gordura trans, sim, naquela porção considerada não significativa.
Por isso é importante olhar a lista de ingredientes. Se nela aparecer escrito “gordura vegetal hidrogenada” é porque o produto tem gordura trans. Algumas empresas utilizam o termo "gordura vegetal", não especificando o tipo – infelizmente, sem essa especificação, não é possível saber se é trans ou não.
Rico em fibras x fonte de fibras
A diferença sutil da palavra “rico” para “fonte” de fibras é nada sutil para o consumidor: essa simples troca de palavras significa que o primeiro produto pode ter pelo menos o dobro de fibras em 100g quando comparado ao segundo. A Anvisa determina que, para um produto ser considerado fonte de fibras, ele deve apresentar no mínimo 3g de fibras em 100g do produto. Para ser considerado rico em fibras, deve ter pelo menos 6g em cada 100g.
Mas a diferença não para por aí. Também é preciso prestar atenção ao tipo de fibra utilizada – se são fibras naturalmente presentes nos ingredientes ou se são acrescentadas ao produto industrialmente. As nutricionistas citam como exemplo os pães: “muitas vezes, para aumentar o teor de fibras, se acrescenta inulina, uma fibra extraída industrialmente das raízes da chicória e da cebola, em vez de o pão ter fibras advindas de ingredientes integrais, como farinha de trigo integral, grão de centeio, semente de linhaça”.
Light x diet
Com certeza ainda existe confusão em relação aos dois termos. A palavra light, segundo a Anvisa, deve ser utilizada em alimentos produzidos de forma que sua composição tenha a redução de pelo menos 25% do valor calórico ou de algum nutriente (sódio, gordura, colesterol e açúcar, por exemplo) quando comparado ao produto tradicional. Do ponto de vista de uma dieta equilibrada ou para emagrecimento, até faz sentido o consumo de determinados produtos light, mas é bom ter cuidado: cada produto light tem a sua redução específica, então é preciso conferir se o ingrediente reduzido é o que você que reduzir na dieta.
“É importante fazer a comparação para ver se a troca realmente vale a pena”, diz Carolina.
Já o termo diet só pode ser usado em alimentos especialmente formulados ou processados para atender as necessidade de pessoas em condições específicas. É o caso dos alimentos sem açúcar (para os diabéticos), sem proteínas (para portadores de determinadas doenças) ou sem sódio (para hipertensos). Nessa classe de alimento, as nutricionistas fazem um alerta: apesar de não conterem o nutriente indesejado, eles podem apresentar outro nutriente em grande quantidade para compensar o sabor. Um exemplo clássico é o chocolate diet, que apresenta uma elevada quantidade de gordura para agradar ao paladar e compensar o fato de não conter açúcar. Nesse caso, o produto seria totalmente contraindicado para uma pessoa que deseja apenas emagrecer.
Natural x industrializado
O alimento natural será sempre melhor do que a versão industrializada, porque é possível controlar o sabor, o tipo de preparo e a textura final dele. Mesmo assim, nem todo mundo tem tempo ou disposição para cozinhar em todas as refeições do dia. Felizmente hoje já é possível encontrar opções industrializadas de macarrão, doce de frutas, queijo, iogurte, suco de frutas e até feijão que são boas alternativas aos naturais.
Para isso, alerta a dupla de nutricionistas, é obrigatório prestar atenção às letrinhas pequenas dos ingredientes e olhar a tabela nutricional. Os produtos mais próximos do natural são aqueles com uma lista pequena de ingredientes e sem o que costumamos chamar de ‘antes’ – estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes e por aí vai.
“Assim, por exemplo, em vez de optar por um molho ou extrato de tomate pronto (muitos contêm açúcar, sal e outros aditivos), dá para fazer um molho com os tomates enlatados inteiros e sem pele, uma alternativa mais saudável”, orientam as nutricionistas.
Veja a seguir alguns alimentos que parecem saudáveis, mais podem comprometer a dieta e, em alguns casos, até mesmo a saúde:
Barra de cereal: são práticas e parecem saudáveis, mas muitas são ricas em calorias, açúcar e gorduras, pois contêm chocolate e/ou xarope de glicose. Foto: Getty Images
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O que você deve observar sempre nos ingredientes dos produtos industrializados:
As quantidades de ingredientes são apresentadas sempre da maior para a menor quantidade, ou seja, se o primeiro ingrediente da lista é açúcar, melhor procurar uma alternativa mais saudável. O mesmo vale para um produto que se diz integral, mas cuja lista de ingredientes começa com farinha refinada.
Leia primeiro as letras pequenas do verso da embalagem. Isso evita a compra de um produto com a alegação de 0% de gordura trans na frente e um “rico em gordura saturada” escondido na parte de traseira da embalagem, por exemplo.
Fuja dos produtos que têm uma lista enorme de aditivos alimentares (estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes, etc.).
FONTE E CÓPIA: http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2013-05-29/eles-parecem-saudaveis-mas-podem-se-transformar-em-viloes-da-dieta.html
"Bem, aqui vai uma platitude, e perdoem: tudo é relativo. Assim, para as cortadeiras"(parêntese, ele falava de formigas)", também eu devia ter meus mistérios- o gigante que ia e vinha de locais remotos, rebocando uma menina. Para elas, quem sabe sabe, minha filha, era minha folha, meu suprimento de energia renovável para tempos ruins,
(...) Dia desses, na Galeria Andrade, encontrei um homem puxando um avião de brinquedo, feito ferro-velho. Parecia uma desses heróis de ambíguos de faroeste, um tipo de cavaleiro solitário, percorrendo a rua principal de uma cidade estranha. A diferença é que o povo, à porta das lojas, se importava mais com o cavalo atrás dele, levado por uma cordinha, do que com o próprio forasteiro. E nem podia ser de outro modo aquela nave artesanal e enferrujada era tão atraente que me impediu de fixar na memória, a aparência do piloto. De seus trajes, traços, cabelos, olhos, não sobrou nada. E percebi que, às vezes, o que nos define, mais que nós mesmos, é a carga que nos coube.
Pensei, então na minha filha. Há duas semanas, no caminho da escola, um mendigo que sempre encontramos na Vicente Machado sem bagagem visível- perguntou a ela se não estava cansada. Devolvi a pergunta, mesmo sabendo que não era para mim: cansada de que?
RESPOSTA DO MENDIGO: "De tanto carregar este esse pai, disse o cara", se preparando para levitar.
PERGUNTO AGORA, eu, Louise,: E VOCÊ, QUE PESO CARREGA? QUAL SUA FONTE DE ENERGIA? NO QUE PRESTA ATENÇÃO? COM O QUE VOCÊ LEVITA?
FONTE: Jornal Gazeta do poco, Sessão PONTOS DE VISTA, DE 26 de Maio de 2015.
Hoje cedo batendo papo com uma colega de profissão, divagando sobre possíveis assuntos para criação de novos cursos, comentei sobre um curso de SUSTENTABILIDADE que iremos lançar entre março e abril. Eis que a colega pergunta " e o que o nutricionista tem a ver isto?". Não consegui esconder minha surpresa com a pergunta.
Como assim? Perguntei-me internamente! O mundo grita por socorro, nossas matas sangram, nossos animais entram em extinção, nossos rios são poluídos, nossos reservatórios estão a secar. O tempo urge, a sociedade toda é corresponsável pela sustentabilidade. Gastamos 12 litros de água num banho de 2 minutos/dia, no mês são 2400 litros de água.
E o que o nutricionista tem a ver com isto? Trabalhamos com alimentos e podemos implantar a educação ambiental, podemos criar programas de qualidade de vida nas corporações. Podemos criar grupos locais para estudos, podemos sugerir as hortas públicas, os sistemas de compostagem, o reaproveitamento da água da chuva, higienização de vegetais através da ozonização, podemos aplicar produtos que não usam água para remoção de gordura.
Tem custo? Tem, claro. Vai dar um pouco de trabalho, mas estude, planilhe e prove que a longo prazo vale o investimento. Este é o desafio. Abrir os olhos da sociedade, para que vejam o que pode ser alcançado e evitado em alguns anos.
Que deixemos de viver só com o foco nos próximos 6 meses. Que o imediatismo fale menos, que consigamos tornar este país um pouco mais humano e menos poluído!
E nutricionista tem a ver com sustentabilidade sim, é agente de mudança! Ao menos deveria ser!
Em meu último texto, aqui, comentei que a única certeza que temos é a do erro! E isto é fato, não somente no mundo empreendedor, como no mundo dos pais que educam, no mundo escolar, nas sociedades religiosas, entre amigos, nas famílias. No mundo real.
Todos erramos, e sempre com aquela intenção positiva de dar uma grande tacada! Muitas vezes por medo, outras por excesso de ansiedade. Hora por não analisar a situação, hora por demorar demais a se posicionar. Fato é que somos atropelados pelo resultado negativo e lançados a uma névoa de vergonha, de sensação de fracasso, de insuficiência.
E porque? Porque somos talhados para não errar, porque errar é feio, porque não saber lidar com as situações é defeito, porque temos de ter maturidade suficiente para analisar tudo friamente e ter uma boa resposta! Mas esquecemos que cada um de nós é um universo distinto do próximo ser, que cada um tem seus talentos e fraquezas, sua agilidade ou lentidão, que um é falante e o outro tímido, que um cala e outro fala, que um é só razão e o outro só emoção.
E, em dados momentos, perdemos mesmo a estribeira. Meio deselegante, mas isto é ser gente! Isto é saber que estamos sempre mudando, que nunca sabemos exatamente como vamos reagir! Eis algo belo, a mudança eminente!
Assim sendo, se errou perdoe-se, perdoe o outro, abrace-se, trate-se bem! E lembre que nada como um dia após o outro, o mundo dá muitas voltas! Para estar fora, basta estar dentro. E para estar dentro, basta estar fora!
E, de repente, num sábado qualquer, tu acordas pensando no tanto que já passaste, no número de projetos em que obtiveste sucesso, na energia gasta em situações que sequer mereceriam teu olhar! E nesta hora te dás conta da riqueza de teus dias, da trajetória que percorreste e do quanto tudo isto te forjou e te fez melhor, mais humano, ou não! Mais feliz ou mais calado! Mais sensível ou mais fechado!
A vida é isto, é a viagem! É o sem limites, é o erro e o acerto, o riso e o choro, a vibração e o abraço, o consolo e o colo quando necessários. É o crer que sempre há tempo! É fazer de uma pequena nuance, um esboço, deste esboço uma forma, e desta forma um objetivo traçado! O sopro que chega, o debater-se, o ficar com medo e aí se abrir para esta novidade!
Que não percamos estes sopros e estas nuances, que tenhamos coragem para assumir riscos! Que encaremos o próximo colega como apoio, e não como concorrência! Estamos todos aqui para dar certo, estamos todos aqui numa busca desenfreada por mais luz, mais sol, mais trabalho, mais sonhos. Precisamo de união, não de discórdia ou invejas.
Somos eternos aprendizes, com giz na mão e lousa verde. Temos muitas lousas. E o lindo dos planos, é poder refazê-los, é ter humildade de perguntar e admitir que algumas criações não deram certo! A única certeza que temos é a do erro. Portanto, o não já temos. Busquemos os "sim". Seja para vender pipoca ou para criar uma família, seja para abandonar amigos que fazem mal como para nos afastar de um gestor que nos maltrata.
Somos todos muitas metades, muitas partes de um inteiro infinitamente rico. Somos perfeitamente imperfeitos em nossa imperfeição. E isto é espetacular! É incrível quantas vidas podemos viver durante a nossa, basta plantar uma árvore para observar isto! Descubram o que realmente querem fazer e com o que querem ganhar seu sustento, como querem seus dias! Como comentou sr. Jobs, se acordas pela manhã, olha no espelho e pensa que não vais feliz para aquele trabalho, há algo errado! Repensem!
O caminho para a descoberta, por vezes é penoso, sair da zona de conforto é complicado. Comigo não foi diferente. Ao final do mês de aniversário da QUIXOTE, digo que descobrir foi difícil. Mas valeu a pena, descobri meu objetivo de vida e de existência da empresa: estamos aqui para vender sonhos, fomentar a criação, instigar a busca, cutucar o conformismo, despertar um novo olhar. E vale a pena, nunca fui tão feliz na vida pessoal e profissional.
Que fique claro que em qualquer negócio ou trabalho, não se faz só o que gosta. Mas dá para encontrar prazer e satisfação na atividade profissional. Em qualquer atividade comercial, 5% é o sonho ou a grande ideia, os outros 95% são trabalho duro e dedicação, frustrações e vitórias! E ainda assim, creio que valha sonhar e tentar, apostar, entre erros e acertos e gente consegue!
Desta feita, amem-se, respeitem-se, ouçam o seu chamado, observem-se e descubram-se! É uma viagem linda, rica e com certeza vale a pena!
Grande abraço e ótimo final de semana,
Louise Lopes Weber.